A tuberculose ainda é um sério problema de saúde pública, atingindo milhões de pessoas e levando milhares a óbito

O diagnóstico precoce tem um papel fundamental de reduzir as fontes de infecção, quebrando a cadeia de transmissão da doença

A primeira morte de um brasileiro com menos de 60 anos por Covid-19 acendeu um alerta sobre outra doença respiratória que exige atenção: a tuberculose (TB), uma doença infectocontagiosa causada por uma bactéria chamada Mycobacterium tuberculosis. A forma pulmonar da doença é a mais frequente e de maior relevância para Saúde Pública, responsável pela manutenção da sua transmissão.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), todos os anos são registrados aproximadamente 10 milhões de casos de TB e uma morte a cada 21 segundos no mundo, sendo que no Brasil foram notificados cerca de 76 mil casos novos e 4,5 mil mortes em decorrência da doença.

Diferente de muitas doenças, a tuberculose pode ser prevenida, tratada e curada. A transmissão ocorre durante a fala, espirro e tosse das pessoas com a doença ativa, que lançam no ar partículas em forma de aerossóis contendo bacilos. Cada indivíduo que contém o agente infeccioso da tuberculose pode contaminar, em média, 10 a 15 pessoas e por isso, lavar as mãos e evitar aglomerações são fundamentais para se prevenir.

O diagnóstico precoce tem um papel fundamental de reduzir as fontes de infecção, quebrando a cadeia de transmissão da doença.

Diante da importância de realizar um diagnóstico rápido, adequado e assertivo, a BD, empresa líder global em tecnologia médica, tem disponível no Brasil soluções para o diagnóstico mais adequado sendo: Sistema BD Bactec MGIT, um método automatizado para isolamento e identificação de micobactérias a partir de amostras clínicas pulmonares e extrapulmonares e teste de sensibilidade aos antibióticos.

Além do BD Bactec MGIT, a BD também oferece o sistema BD MAX, um equipamento automatizado que realiza extração de ácidos nucleicos e PCR em tempo real. Com automação total do processo, o tempo de diagnóstico é reduzido e os erros diminuem. Nele é possível executar testes simultaneamente para até 24 tipos de amostras de várias síndromes e fornecer os resultados em até quatro horas e meia1.

A solução permite otimizar o fluxo de trabalho das equipes envolvidas com o diagnóstico2, diminui o tempo de resposta para tomada de decisão na escolha do tratamento apropriado3-6 , além de reduzir o custo total do exame5-7.

O teste MDR-TB disponível para o BD MAX indica as resistências às principais drogas utilizadas no tratamento da TB, que são Rifampicina e Isonizida (RIF e INH). O ensaio diferencia o gene que ocasiona a resistência, informação que auxiliará o médico na melhor escolha do tratamento da doença. Dessa maneira o teste MDR-TB da BD contribui com os três objetivos preconizados pela OMS ao combate à tuberculose: diagnóstico rápido, tratamento adequado e diminuição da transmissão.

Solução integrada BD

A BD vem cada vez mais se aprimorando e promovendo avanços na saúde. Avaliando esse contexto, hoje é a única empresa que consegue entregar a solução completa para o diagnóstico da tuberculose. Com testes fenotípico e genotípicos que contam com cultura líquida, teste de sensibilidade de primeira e segunda linha automatizados, além de um sistema de gerenciamento epidemiológico totalmente adaptável e software de interpretação individual de cada droga testada, promovendo a concentração inibitória mínima (MIC), além de PCR em tempo real para detecção do microrganismo e sensibilidade.

Unindo as duas tecnologias BD MAX e BD Bactec MGIT, o laboratório fornecerá um diagnóstico rápido, simples, completo e sensível para promover uma resposta adequada ao clínico, iniciando o tratamento de forma ágil, efetiva e completa.

Referências

1. O tempo para o resultado de 24 amostras testadas com o painel de parasitas entéricos BD MAX™ e o painel bacteriano entérico estendido BD MAX ™ é de 4,5 horas e 3,5 horas, respectivamente.

2. Knabl L et al. Comparison of the BD MAX Enteric Bacterial Panel assay with conventional diagnostic procedures in diarrheal stool samples. Eur J Clin Microbiol Infect Dis. 2016;35(1):131-136.

3. Centers for Disease Control and Prevention. Recommendations for the laboratory-based detection of Chlamydia trachomatis and Neisseria gonorrhoeae—2014. MMWR Recomm Rep. 2014;63(RR-02):1-19.

4. Powell S et al. The impact of molecular approaches to infectious disease diagnostics. Medical Laboratory Observer website. http://www.mlo-online.com/the-impact-of-molecular-approaches-to-infectious-disease-diagnostics.php. Updated August 2, 2015. Accessed May 15, 2017.

5. Hirvonen JJ et al. Comparison of BD Max Cdiff and GenomEra C. difficile molecular assays for detection of toxigenic Clostridium difficile from stools in conventional sample containers and in FecalSwabs. Eur J Clin Microbiol Infect Dis. 2015;34(5):1005-1009.

6. Bauman M. Transitioning from culture to molecular: implementation and integration of BD MAXTM Enteric Bacterial Panel at Cincinnati Children’s Hospital. BD Advertorial. Franklin Lakes, NJ: Becton, Dickinson and Company; 2015.

7. Le Blanc L et al. Cost-effectiveness and laboratory workload efficiency of 8 C. difficile testing algorithms. Poster presented at: American Society for Microbiology; May 30–June 2, 2015; New Orleans, LA.

Tags:

BD, covid-19, diagnóstico precoce, Sistema BD Bactec™ MGIT™, tuberculose

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