Tecnologias ajudam a diferenciar Covid-19, gripe, bronquiolite e outras infecções comuns nestas estações

Aprovados pela Anvisa, os testes rápidos contribuem para identificar diversos vírus que causam doenças respiratórias, como o novo coronavírus, o da influenza (gripe) A e B, o vírus sincicial respiratório (RSV), além do Estreptococos A

Em tempos de pandemia, como diferenciar Covid-19, gripe, bronquiolite e doenças respiratórias que apresentam sintomas semelhantes? Diagnosticar corretamente cada infecção é fundamental para receber o tratamento adequado e recuperar-se rapidamente. Neste cenário, diversos testes rápidos – não apenas para detectar o novo coronavírus – ajudam a acelerar os diagnósticos.

“A maneira mais eficaz de controlar a transmissão de doenças respiratórias, como a Covid-19 ou a influenza, por exemplo, é por meio da testagem e do isolamento. Por isso, a partir dos primeiros sintomas, recomendamos rapidamente a busca pelo diagnóstico”, explica Alvaro Pulchinelli Júnior, médico patologista clínico e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML).

Aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), os testes rápidos contribuem para identificar diversos vírus que causam doenças respiratórias, como o novo coronavírus, o da influenza (gripe) A e B, o vírus sincicial respiratório (RSV), responsável pelo aparecimento de bronquiolite, mais comum em crianças, e consiste em uma inflamação nos bronquíolos – ramificações finas que chegam aos pulmões, além do Estreptococos A, causador, principalmente, de infecções na garganta.

O especialista comenta também que, apesar de serem doenças com maior incidência no outono-inverno, a sazonalidade destas infecções teve seus padrões alterados após a chegada da pandemia de Covid-19.

De acordo com o Ministério da Saúde, a baixa adesão à vacina contra influenza no ano passado contribuiu para um surto de gripe no país entre dezembro de 2021 e início deste ano, uma vez que, dos 80 milhões de doses disponíveis, somente 40 milhões foram aplicadas.

“Os testes rápidos são muito confiáveis e podem ser utilizados em qualquer lugar como clínicas, farmácias, empresas, escolas ou eventos. O resultado fica pronto, geralmente em 15 minutos e deve ser avaliado por um especialista, que indicará o tratamento mais adequado ao paciente, de acordo com cada caso”, complementa o médico.

Dentre as opções disponíveis no mercado, está o BD VeritorTM Plus, que é realizado por meio de coleta nasal. Desenvolvido pela BD, referência em tecnologia médica no mundo, o dispositivo apresenta sensibilidade, ou seja, capacidade de detectar o vírus SARS-CoV-2 – quando presente no organismo – de 91,1% e a especificidade – que significa a habilidade de detectar a ausência do vírus SARS-CoV-2, é de 99,6%.

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doenças respiratórias, testes rápidos, vírus

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