O kit XGEN Multi Sepse Chip é um teste multiplex qualitativo in vitro, que utiliza a metodologia Flow Chip para a detecção de mais de 40 patógenos que levam a quadros de sepse

As superbactérias ou bactérias multirresistentes surgem quando os antibióticos são utilizados de forma inadequada e acabam provocando uma seleção natural das bactérias mais resistentes. O processo é simples, mas perigoso: bactérias que sobrevivem aos antibióticos podem gerar outras bactérias também resistentes.

A resistência antimicrobiana tornou-se o principal problema de saúde pública no mundo, afetando todos os países, desenvolvidos ou não. Um estudo encomendado pelo governo britânico estima que tais organismos serão responsáveis por mais de 10 milhões de mortes por ano após 2050.

Hoje, 700 mil pessoas morrem por ano vítimas de bactérias resistentes no mundo

Em 2017 a OMS publicou uma lista como uma das 12 bactérias de maior risco à saúde humana pelo seu alto poder de resistência antimicrobiana. Brasil tem alguns dos maiores índices de resistência em determinadas bactérias, segundo especialista. E já são responsáveis por ao menos 23 mil mortes anuais no país.

A antibioticoterapia empírica é a principal causa da evolução da resistência de bactérias e outros microrganismos. Sabendo a resistência a qual medicamento esses patógenos têm, faz-se o uso racional de antibióticos, individualizando o tratamento, evitando assim, o uso desregrado de medicamento de amplo espectro.

Pecuária

É comum o uso de antimicrobianos na produção animal para prevenção de doenças e promoção de crescimento dos animais de corte. Infelizmente, essa prática também contribui – por meio da seleção natural – para o surgimento de superbactérias, representando um alerta à saúde pública. As bactérias multirresistentes de origem animal podem ser transmitidas aos seres humanos pelo meio ambiente, pela carne e aos trabalhadores agrícolas, por contato direto.

O Brasil é hoje o terceiro país no mundo a utilizar antibióticos na produção de proteína animal, atrás apenas da China e dos Estados Unidos – e deve continuar nessa posição até pelo menos 2030, como aponta um estudo da Universidade de Princeton (EUA).

O plano nacional de combate a bactérias resistentes é uma força conjunta entre o Ministério da Saúde, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e a Anvisa a pedido da OMS. Hoje é regulamentado a proibição do uso de penicilinas, cefalosporinas e colistina para a melhoria do desempenho dos animais no Brasil.

O kit XGEN Multi Sepse Chip é um teste multiplex qualitativo in vitro, que utiliza a metodologia Flow Chip para a detecção de mais de 40 patógenos que levam a quadros de sepse, incluindo fungos e bactérias, além de 20 marcadores de genes de resistência a antibióticos garantindo um diagnóstico ágil e eficiente. A grande vantagem é o tempo reduzido de resposta em comparação às metodologias tradicionais.

Esta metodologia inovadora envolve a amplificação simultânea de diferentes patógenos e genes de resistência através de uma PCR seguida de uma hibridização reversa (dot blot) utilizando sondas específicas de DNA imobilizadas em uma membrana de nylon – CHIP.

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