Equipamento Hybrispot realiza a leitura do chip XGEN HPV

O IPOG (Instituto de Pesquisa em Oncologia Ginecológica) foi pioneiro no Brasil ao trabalhar com testes de Biologia Molecular para HPV – Papilomavírus humano. Hoje, mantém esse título e inova mais uma vez com a implantação em seu laboratório do mais novo teste de Genotipagem no mercado diagnóstico, o HPV Flow Chip da XGEN.

Com uma experiência de mais de 23 anos de atuação, o laboratório de apoio IPOG tem seu foco em saúde da mulher, por isso, continua implantando práticas inovadoras e de excelência em biologia molecular. Com sede em São Paulo, atende todo o Brasil tornando a tecnologia acessível a qualquer região, com agilidade no tempo de resposta dos resultados.

Para levar qualidade para a saúde da mulher e ser um aliado no combate ao câncer do colo de útero o IPOG trabalha com a tecnologia Flow Chip, que realiza a detecção simultânea e genotipagem de 36 diferentes tipos de HPV em um único teste.

É o exame mais completo e com o melhor desempenho do mercado. Sua sensibilidade e especificidade permite detectar os principais tipos de HPV, tanto de alto risco oncogênico (associados a lesões precursoras do câncer), quanto de baixo risco (associados a lesões anogenitais benignas e lesões intraepiteliais de baixo grau). Conta ainda conta com uma sonda universal que sinaliza se há presença de outro tipo de HPV que não esteja dentro do grupo dos 36 genótipos.

Tânia Barros, diretora técnica e comercial do IPOG

“O HPV está relacionado a diversos tipos de câncer, sendo o mais frequente o câncer do colo uterino. Ele é uma das principais causas de mortalidade por câncer em mulheres no mundo e ocupa a quarta maior causa no Brasil. Cada tipo de HPV ocasiona uma lesão diferente e tem maior ou menor potencial oncogênico. Podem ocorrer ainda infecções por múltiplos tipos de HPV, o que agrava o quadro. Dessa forma, realizar a genotipagem, ou seja, determinar qual o tipo de HPV, auxilia na identificação do risco de desenvolvimento do câncer cervical e monitoramento das lesões, evitando assim a progressão da doença”, explica Tânia Barros, diretora técnica e comercial do IPOG.

HPV e o câncer de colo de útero

O HPV é uma das infecções sexualmente transmissíveis mais comuns no mundo todo e pode ocasionar uma grande variedade de lesões na região anogenital. Atualmente, há mais de 200 tipos de HPV descritos, sendo que pelo menos 20 subtipos estão associados apenas ao câncer do colo do útero.

Na maioria dos casos, o HPV não apresenta sintomas. Ele pode permanecer no organismo durante anos sem qualquer manifestação e esta é uma grande preocupação, uma vez que pode evoluir silenciosamente, provocando o câncer.

Presente em quase 100% dos casos de câncer do colo do útero, ainda tem percentual menor em outros locais: 85% dos casos de câncer de anus, 40% de vulva, 70% de vagina e 50% de pênis e 23% de boca.

O HPV é dividido em duas categorias. O de alto risco é considerado oncogênico e apresenta maior probabilidade de provocar infecções persistentes e estar associado a lesões precursoras. Os tipos 16 e 18 são considerados os mais agressivos, pois causam cerca de 70% dos cânceres do colo do útero. Já os tipos de baixo risco podem desenvolver verrugas genitais ou alterações pequenas nas células do colo do útero. Nesses casos a chance de progredir para um câncer é menor, mas ainda assim existem, principalmente em pacientes imunossuprimidos e HIV positivos.

Detecção e genotipagem de 36 tipos de HPV em um único teste

Chip com os tipos de HPV e controles para monitoramento de qualidade

A genotipagem do HPV proporciona maior sensibilidade para a detecção precoce de lesões cervicais pré-cancerosas em comparação com outras técnicas. Apesar da colposcopia, citopatologia e histopatologia diagnosticarem as lesões precursoras, sugerindo a presença da infecção por HPV, elas não detectam o vírus.

“Nesse sentido, a genotipagem do HPV e sua classificação nos grupos de alto e baixo risco são extremamente importantes. Uma vez que o HPV é identificado precocemente, a determinação do potencial oncogênico é estabelecida e a prevenção do câncer de colo pode ser realizada, assim quem ganha é a saúde da mulher”, afirma Tânia.

Para realizar a identificação dos 36 tipos de HPV, o IPOG utiliza a tecnologia de ponta Flow Chip da XGEN.

Através do processo de hibridização, os produtos de PCR são ligados às sondas presentes no Chip. O equipamento realiza a leitura do Chip de 25 a 45 minutos, processando apenas 1 ou até 24 amostras de uma única vez.

O teste identifica tanto os tipos de alto risco (oncogênicos) quanto de baixo risco (lesões anogenitais benignas e lesões intraepiteliais de baixo grau). Confira os subtipos de HPV detectados pelo teste:

Baixo risco: 6, 11, 40, 42, 43, 44, 54, 55, 61, 62, 67, 69, 70, 71, 72, 81, 84 e 89
Alto risco: 16, 18, 26, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 53, 56, 58, 59, 66, 68, 73 e 82

O teste não necessita de extração e purificação de DNA, podem ser utilizadas amostras de escovados citológicos, citologia em meio líquido ou ainda tecidos em parafina, garantindo a mesma sensibilidade do teste para qualquer tipo de amostra.

“Com a realização de um diagnóstico padronizado e preciso para amostras em tecidos parafinados, o mercado diagnóstico de Biologia Molecular, torna-se um grande aliado à Anatomia Patológica. Poder afirmar com certeza que aquele resultado positivo para câncer de colo de útero foi provocado pelo HPV e dizer ainda qual foi o tipo do HPV é maravilhoso” diz Tânia.

Ela ainda complementa realizando a comparação entre a metodologia padronizada do kit com os testes in house e os ganhos para a entrega dos resultados. “Realizamos no IPOG vários testes comparativos entre a metodologia Flow Chip com o atual teste in house existente no mercado, o resultado foi surpreendente. Amostras que eram negativas no teste in house, no Flow Chip resultaram em genótipos positivos para HPV.  No Flow Chip resultado negativo é realmente negativo, pois esta metodologia padronizada, possui controle interno da reação, garantindo assim um resultado altamente confiável. A presença do controle interno da reação no teste permitiu elucidar os casos de resultados indeterminados em amostras de tecido parafinado pelo motivo de PCR inibida, relacionados com a presença do formol utilizado antes da parafinização do tecido. Para nossa área técnica isso já foi um grande ganho.”

Para saber mais sobre o teste realizado no IPOG ou sobre a metodologia dos kits consulte:

IPOG – Instituto de Pesquisa em Oncologia Ginecológica
Fone: (11) 5579 2635

XGEN – Soluções Completas em Diagnóstico

0800 726 0504

[email protected]

Tags:

Biologia Molecular para HPV, HPV Flow Chip da XGEN, IPOG

Compartilhe: