Em maio, o Diagnósticos do Brasil bate mais um recorde na produção e ainda reduz o número de recoletas

É na etapa da pré-analítica que ocorrem cerca de 70% dos erros em exames, derivados de falhas advindas no preparo, coleta e envio das amostras

No mês em que a Diagnósticos do Brasil alcançou o maior número de exames analisados, ultrapassando a marca dos 7 milhões de exames, mais um índice foi motivo para comemoração. Os dados de recoletas tiveram os menores índices de todos os anos e ficaram em 0,57% do total de amostras analisadas. Os resultados alcançados se devem aos investimentos em diferentes ações.

O principal responsável pelos resultados positivos foram os treinamentos realizados junto aos clientes. Só no ano de 2018 foram mais de 1.000 treinamentos dados, com cerca de 9.900 pessoas impactadas. Além disso, diversos materiais de instrução ao cliente foram desenvolvidos e distribuídos complementados pelo trabalho de orientação de toda a equipe de assessores.

“Ajudamos os clientes a corrigir as falhas através de contatos via telefone ou com visitas de acompanhamento e treinamento presencias, porém sem perdermos nosso rígido controle no encaminhamento e recebimento das amostras que envolvem Unidades Regionais de Apoio (URA), logística e triagem, pois entendemos que apenas através de uma relação transparente de parceria entre DB e apoiado, onde buscamos e atuamos em conjunto para a melhoria contínua é que vamos ter a qualidade e segurança necessária a fim de que os médicos e pacientes tenham resultados e diagnósticos corretos e vidas sejam preservadas”, esclarece Deivis Paludo, gerente de relacionamento do DB.

A análise clínica

Deivis Paludo ainda explica que é na etapa da pré-analítica que ocorrem cerca de 70% dos erros em exames, derivados de falhas advindas no preparo, coleta e envio das amostras. Dentre os principais motivos estão o envio de amostras com volume insuficiente, encaminhadas fora da temperatura correta, amostras com presença de hemólise, coágulo ou fibrina e amostras recebidas fora do prazo adequado.

“Com este trabalho de orientação e treinamento conseguimos assegurar que nossos resultados são liberados em amostras onde o pré-analítico (cliente)  e o analítico (DB) foram seguidos corretamente, assim, os resultados terão a qualidade necessária para levar ao médico um exame com grande correlação com a clínica do paciente, para seguimento do tratamento ou diagnóstico correto, e não resultados equivocados por processamento de amostras inadequadas”, reforça Paludo.

Qualquer amostra fora do padrão necessário, são mantidos os pedidos de recoletas a fim de que uma nova amostra seja coletada e enviada ao DB da forma correta para garantir resultados com a qualidade esperada. É importante frisar que as solicitações de recoletas são feitas para manter os altos índices de qualidade do DB, mantendo o foco da empresa, que é sempre atender o cliente com a máxima eficácia.

Os dados

O ano de 2018 já mostrou baixos índices de recoletas, com todos os esforços e investimentos em treinamentos, e em 2019 foi possível reduzir ainda mais esses números.

Em maio deste ano foram apenas 0,57% o número de recoletas, número abaixo em comparativo ao mesmo mês, do ano de 2018, que ficou em 0,62%. Em 2019 as ações de melhoria estão ainda sendo ampliadas. Os treinamentos realizados em 2019 já estão 32% maior que os realizados neste mesmo período no ano anterior. “Os processos de educação continuada nos clientes e disseminação das informações constantes em nosso guia de exames, a fim de identificar oportunidade de melhoria nos processos é uma ação incessante e será aplicada ao longo de 2019”, finaliza Paludo.

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Diagnósticos do Brasil, recoletas

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