Influenza sempre esteve presente, mas agora, com as novas tecnologias de detecção simultânea em um único teste, é possível saber, de forma diferenciada, se é um caso de infecção por Covid-19 ou pelo vírus da gripe, inclusive H3N2

Do fim do ano de 2021 ao começo de 2022, a procura pelos testes rápidos (antígenos) por swab nasal e oral tem aumentado vertiginosamente nas farmácias e nos postos de testagem.

A Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial (CBDL), principal entidade brasileira que agrega as indústrias (nacionais e multinacionais) que fabricam estes testes, precisa um aumento de até 200% de 26 de dezembro até o dia 4 de janeiro quando comparado com o mesmo período em novembro de 2021.

Não só os testes para Covid-19 estão sendo buscados, mas, também, os testes “Combo” para a detecção conjunta do vírus Influenza e/ou Covid-19, uma vez que o país atravessa um surto de H3N2, variante da gripe.

De acordo com Carlos Eduardo Gouvêa, presidente da CBDL, “o aumento inesperado da busca pelos testes rápidos em farmácia, deve-se muito pela preocupação em saber se é ou não um caso de infecção pela Covid-19, principalmente por conta da nova variante Ômicron. Aliado a isto, por conta da atual epidemia de H3N2, totalmente fora de época, tivemos um aumento totalmente inesperado de busca de testes”.

Gouvêa ressalta que o Influenza sempre esteve presente, mas agora, com as novas tecnologias de detecção simultânea em um único teste, é possível saber, de forma diferenciada, se é um caso de infecção por Covid-19 ou pelo vírus da gripe, inclusive H3N2.

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Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial (CBDL), testes rápidos

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