Exame PHI entra para a gama de exames do laboratório Sérgio Franco e pode diminuir necessidade de biópsia em 30%

O exame Phi combina a dosagem de três elementos em uma fórmula matemática que fornece informações mais precisas quanto a possibilidade de câncer de próstata

Se antes o câncer de próstata era uma patologia que sentenciava o paciente à uma vida mais curta, hoje, graças aos avanços tecnológicos da medicina e ao diagnóstico precoce, essa doença tem se mostrado cada vez mais controlável e, na maioria dos casos, com cura completa – e o Novembro Azul, mês dedicado à conscientização da população sobre a doença, vem alertar para a necessidade do homem fazer exames preventivos da próstata. Para colaborar com o diagnóstico do câncer de próstata, o laboratório Sérgio Franco incluiu em sua gama de análises clínicas o exame PHi, uma ferramenta que proporciona ganho em especificidade no diagnóstico e reduz as biópsias prostáticas em até 30%.

Realizado como um exame de sangue comum, o exame Phi (cuja sigla, Prostate Health Index, significa “índice de saúde prostático”) combina a dosagem de três elementos – o PSA total, o PSA livre e o p2PSA – em uma fórmula matemática que fornece informações mais precisas quanto a possibilidade de câncer de próstata. O PSA, também é uma sigla em inglês, Prostate Specific Antigen, que significa antígeno prostático específico, que é uma proteína produzida pelas células da próstata e que eleva-se no sangue quando há um problema na próstata, seja câncer ou um processo benigno. Com a utilização do PHi, os pacientes com suspeita dessa doença se beneficiariam por ser mais uma peça no quebra cabeça que envolve o diagnóstico do câncer de próstata em sua fase inicial.

“O grande benefício do exame PHi é que ele melhora a acurácia do diagnóstico do câncer de próstata principalmente em pacientes com níveis de PSA total entre 2 e 10 ng/ml. Um resultado de PHi baixo indica risco potencialmente baixo de câncer de próstata, enquanto que um resultado elevado sugere a necessidade de prosseguimento da investigação diagnóstica, com recomendação de biópsia prostática, já que as chances do paciente ser portador do câncer é maior”, explica a dra. Natasha Slhessarenko, integrante do corpo clínico do laboratório Sérgio Franco.

Para a médica, este exame representa, como já referido, mais uma etapa na busca de exames que permitam o diagnóstico mais seguro, preciso e confiável do câncer de próstata em sua fase inicial, sendo mais indicado, por exemplo, do que o exame de PSA.

“O câncer de próstata é o segundo tipo de câncer mais comum entre os homens no mundo, atrás apenas do câncer de pele não melanoma, e é a segunda maior causa de morte por câncer entre os homens brasileiros. Diante deste quadro, é essencial que o público masculino faça os exames indicados pelo seu médico de forma regular para rastreio e possível detecção do câncer, principalmente aqueles que já tiveram casos na família”, diz a dra. Natasha. Os exames são indicados para homens a partir dos 45 anos – e a partir dos 40 caso já tenha ocorrido câncer de próstata entre os familiares.

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Câncer de Próstata, exame PHi, laboratório Sérgio Franco

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