Dengue e chikungunya são dois vírus que estão circulando ao mesmo tempo no Brasil, colocando a saúde pública em alerta. Os vírus são transmitidos pelo mesmo vetor, o mosquito Aedes aegypti.  A grande dificuldade clínica dessas doenças é a semelhança entre os sintomas. No momento atual, não existem tratamentos específicos ou vacinas, por isso a importância na agilidade no diagnóstico.

A dengue é uma doença febril aguda com amplo espectro clínico, podendo se apresentar de forma assintomática ou até mesmo de formar mais graves como a febre hemorrágica ou síndrome de choque da dengue. Normalmente, a primeira manifestação da dengue é a febre alta (39° a 40°C) de início abrupto que geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de cefaleia, mialgia, artralgia, entre outros sintomas. Nessa fase febril inicial da doença pode ser difícil diferenciá-la de outras doenças somente pelos sintomas.

O vírus da dengue pode infectar um mesmo indivíduo até 4 vezes e os sintomas se manifestam com mais severidade a cada infecção, provocando uma resposta exacerbada ao vírus. Esta reação exagerada do sistema imunológico é o fator preocupante das reincidências, pois pode causar inflamações aumentando o risco de lesões nos vasos sanguíneos, o que leva à dengue hemorrágica.

A infecção pelo vírus da chikungunya causa fortes dores nas articulações, porém os demais sintomas são muito semelhantes aos da dengue. Por este motivo, a diferenciação precisa entre as duas doenças apenas pela avaliação clínica não é possível.

Apesar de no Brasil os casos de chikungunya estarem mais controlados e a população em alerta, a preocupação decorre do fato do vírus ser encontrado em toda a América.  A possibilidade de viajantes voltarem contaminados é muito alta e a eminência de uma nova epidemia é constante.

Números do Brasil

No Brasil, os dados do Ministério da Saúde apontam uma redução de 83,7% dos casos de dengue se comparados ao ano de 2016. E em relação a chikungunya, a redução foi de 32,1%. Também houve uma queda expressiva no número de óbitos, em 2017 apenas 125 no caso da dengue e 152 decorrentes da chikungunya. A conscientização da população ajudou muito na redução desses números.

Números de 2017:

Casos de dengue: 239.076

Casos de dengue hemorrágica: 2.209

Casos de chikungunya: 184.458

 

As vantagens do diagnóstico molecular

Os métodos moleculares estão sendo cada vez mais utilizados para o diagnóstico precoce por serem mais rápidos e sensíveis. O diagnóstico molecular utiliza a técnica por PCR em Tempo Real e consegue detectar os vírus mesmo em amostras com baixa carga viral, desempenhando um papel importante para a diferenciação e o diagnóstico destas doenças, considerada a maior dificuldade clínica encontrada hoje por causa da semelhança dos sintomas.

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chikungunya, dengue, diagnóstico, PCR em tempo real

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