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A Câmara Brasileira do Diagnóstico Laboratorial (CBDL), que reúne empresas do setor de diagnóstico in vitro, firmou uma parceria com a empresa

A cadeia de produtos para saúde, em particular a de produtos de diagnóstico in vitro, requer uma série de cuidados, seja no transporte ou no armazenamento. São insumos e reagentes que exigem um armazenamento adequado com temperaturas controladas variadas.

A Dry Port, empresa que nasceu em 1971 e se tornou alfandegado em 1991, é a principal parceira logística de empresas que dependem da anuência da Anvisa, especialista em cargas com controle de temperatura.

Atua desde 2004 no segmento health care, e em 2007, especializou-se no armazenamento de cargas deste setor. Em 2011, construiu a sua primeira câmera fria com temperatura a -25°C e em 2013 investiu em câmeras de 2°C a 8°C para preparação de PMCs para exportação e início de trânsito aduaneiro. Em 2014, ampliou sua câmara climatizada adicionando mais 1.500 pp totalizando 3.000 pp e em 2016, aumenta suas instalações de cargas climatizadas e refrigeradas, totalizando capacidade máxima de 7.000 pp nas temperaturas de -25°C, 2° a 8°C, 15° a 25°C e 20° a 30°C.

Por conta dessa expertise do Dry Port, além da possibilidade de um custo mais vantajoso e acessível, a Câmara Brasileira do Diagnóstico Laboratorial (CBDL), que reúne empresas do setor de diagnóstico in vitro, firmou uma parceria com a empresa.

“Ofertamos um preço mais adequado para as cobranças de serviços para cargas com até 1,44m3, que seria o tamanho de um pallet padrão. Basicamente, as empresas associadas à CBDL têm embarques com mix de produtos com volumes variados, que vão desde caixas pequenas até embarques mais volumosos”, comentou Agnus Garcia, gerente comercial do Dry Port.

Entre as vantagens da parceria está a oportunidade de contar com uma cobrança compatível com a área utilizada, o que confere benefícios econômicos às empresas. “Os embarques pequenos caíam numa cobrança mínima padrão, o que era considerado elevado para o tamanho do embarque e valor do produto”, ressaltou Garcia.

Para que isso fosse possível o Dry Port providenciou uma série de alterações e programações no sistema de gestão de armazém (WMS), para que uma fórmula de cobrança para embarques menores fosse criada, tirando o impacto financeiro de cargas de pequeno volume e valor. Para a CBDL, a parceria veio a calhar, já que as empresas demandavam um sistema viável que pudesse favorecê-las.

Tags:

cargas com controle de temperatura, diagnóstico in vitro, Dry Port

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