Teste rápido para a detecção de anticorpos (rK39) de leishmaniose visceral em soro humano

ECO-Leishmaniose

Leishmaniose visceral – Fonte: Portal da Saúde (MS)

A leishmaniose visceral (LV) era, primariamente, uma zoonose caracterizada como doença de caráter eminentemente rural. Mais recentemente, vem se expandindo para áreas urbanas de médio e grande porte e se tornou crescente problema de saúde pública no país e em outras áreas do continente americano, sendo uma endemia em franca expansão geográfica. É uma doença sistêmica, caracterizada por febre de longa duração, perda de peso, astenia, adinamia e anemia, dentre outras manifestações. Quando não tratada, pode evoluir para óbito em mais de 90% dos casos (1).

A leishmaniose visceral é uma doença grave com alta mortalidade, endêmica em 88 países e 4 continentes, incluindo 17 nações desenvolvidas (2,3). Um grave problema em grande parte do mundo, incluindo o Brasil, China, África Oriental, Índia e áreas do Oriente Médio, a leishmaniose também é endêmica na região do Mediterrâneo, incluindo o sul da França, Itália, Grécia, Espanha, Portugal e África do Norte.

Porém, 90% dos casos ocorrem em Bangladesh, Brasil, Índia e Sudão. Nas áreas onde a leishmaniose é endêmica, os recentes padrões de migração de pessoas, vetores (mosca da areia) e reservatórios (cães) levaram à urbanização da leishmaniose visceral (4). No sul da Europa, a leishmaniose visceral tornou-se a principal infecção oportunista em pacientes com AIDS (5,7). Esta doença pode ser mortal sem diagnóstico precoce e tratamento.

A leishmaniose visceral é causada por membros do Leishmania donovani e os caninos foram identificados como o maior reservatório para transmissão (6-8). O sorodiagnóstico tem sido amplamente utilizado para estabelecer a infecção porque títulos de anticorpos anti-leishmania são elevados durante a doença aguda.

O método preferido de diagnóstico em uma situação laboratorial é por ELISA, embora o anticorpo fluorescente (IFAT) ou testes diretos de aglutinação (TDA), ambos utilizando parasitas inteiros, ainda sejam amplamente utilizados (9-10). Estes testes são altamente reativos com tripanosomas e micobactérias. Além disso, todas as preparações de parasitas utilizadas são instáveis e de qualidade variável. O teste rápido é para a determinação qualitativa de anticorpos (rK39) contra um antígeno recombinante específico para Leishmaniose visceral (11) causado por membros parasitas de L. donovani.

O teste

ECO-kit

LSH Ab ECO Teste é um imunoensaio qualitativo para a detecção de anticorpos (rK39) contra a leishmaniose visceral em soro humano

O LSH Ab ECO Teste é um imunoensaio qualitativo para a detecção de anticorpos (rK39) contra a leishmaniose visceral em soro humano. O teste utiliza antígenos recombinantes na linha teste e anti-proteína A de galinha na linha controle. Este ensaio é fácil de usar. Basta adicionar 20 μl de soro e, em seguida de 2-3 gotas de tampão de diluição. Os resultados são fáceis de ler e interpretar, em apenas 10 minutos.

Características e benefícios

– Liberado pelo FDA (EUA)

– Certificado pela Comunidade Europeia (CE)

– Compatível com ISO

– Sensibilidade e Especificidade: > 90%

– Rápido – Resultados em 10 minutos

– Amigável ao campo – equipamentos de refrigeração e de laboratório não exigidos

– Longa estabilidade – 2 anos

– Embalagem personalizada

– Excelente serviço ao cliente

– Preços competitivos

– Feito no Brasil

ECO-tabela

Referências

1.http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/oministerio/principal/secretarias/svs/leishmaniose-visceral-lv
2. WHO. 1990. Control of the Leishmaniases, World Health Organization, Technical Report Series No. 793.

3. Marsden, P.D. 1984. Rev. Inf. Dis. (6) 736-744.
4. Jeronimo S.M.B., R.M. Oliveira, S. Mackay, et al. 1994. Trans. R. Soc. Trop. Med. Hyg. 88(4) 368-386.
5. Berenguer, J., S. Moreno, E. Cercenado, et al. 1989. Ann. Intern. Med. (111) 129-132.
6. Ashford, D.A., R. Badaro, C. Eulalio, et al. 1993. Am. J. Med. Hyg. 48(1) 1-8.
7. Houghton, R. et al. 1998. J. Infectious Dis. 177(5) 1339-1344.
8. Alvar J., R. Molina, M. San Andres, et al. 1994. Ann. Trop. Med. & Parasit. 88(4) 371-8.
9. Allain, D.S., and I.G. Kagan. 1975. Am. J. Trop. Med. Hyg. (24) 232-236.
10. Reed, S.G., W.G. Shreffler, J.M. Burns, et al. 1990. Am. J. Trop. Med. Hyg. 43(6) 632-9.
11. Burns, J.M., W.G. Shreffler, D.R. Benson, et al. 1993. Proc. Natl. Acad. Sci. (90)775-779.

Tags:

leishmaniose visceral, LSH Ab ECO Teste

Compartilhe: